Black Friday ou Black Fraude? Eis a questão

Com ou sem crise, a Black Friday vem aí e muitos clientes já estão de olho nos preços. Isso porque o mês de novembro é um dos mais importantes para o varejo e para o consumidor. Tanto nas compras online quanto nas lojas.

De acordo com o relatório da Neotrust/Compre&Confie, as lojas virtuais faturaram R$ 7,72 bilhões de 26 a 30 de novembro de 2020. Ou seja, 27,7% a mais que na Black Friday de 2019.

O salto nas vendas pela internet se deve à pandemia, que mudou os hábitos de consumo de muita gente. Porém, mesmo com o avanço da vacinação, o cenário deve se repetir neste ano.

Isso porque as pessoas notaram que fazer compras pela internet é bem mais fácil. Além de adquirir os produtos sem sair de casa, os clientes comparam os preços, fazem pesquisas e leem comentários de quem já fez a compra.

Nesse sentido, os lojistas têm uma missão e tanto nesta Black Friday: melhorar a experiência de quem acessa esses canais. Afinal de contas, não basta ter o melhor preço. É preciso oferecer um atendimento de qualidade. Mesmo longe do cliente.

O cliente que tudo vê

Em primeiro lugar, duvidar da inteligência do consumidor é um tiro no pé. A internet trouxe mais facilidade aos clientes, mas não é só isso. Agora eles se informam muito mais e desconfiam de qualquer oferta tentadora.

Portanto, confundir a Black Friday com a Black Fraude é o mesmo que jogar sua reputação na lata do lixo, mas por quê? Pesar a mão no valor do frete ou do produto dias antes do evento, por exemplo, causa desconfiança nas pessoas.

Para se ter ideia, um estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR) revela que os produtos ficam até 70% mais caros na véspera da Black Friday.

Dessa forma, as lojas não perdem dinheiro e se dão bem às custas de clientes com boas intenções. No entanto, será que vale a pena correr o risco? Lidar com uma crise de imagem, por exemplo, pode sair muito mais caro.

Portanto, antes de sair por aí dando uma de espertinho, fique sabendo que o cliente tem o Código de Defensa do Consumidor do seu lado. No mais, pense muito bem antes de agir de má fé.

Na Black Friday de 2020, por exemplo, mais de 7 mil reclamações foram registradas no site Reclame Aqui. Na ocasião, os clientes reclamaram de problemas como: propaganda enganosa, problemas para fiscalizar a compra e divergência de valores.

Black Friday: como se preparar?

Ao passo que o e-commerce e as redes sociais do seu estabelecimento devem chamar a atenção do cliente, o PVD também conta muito. Começando pelo digital signage, isto é, telas inteligentes que divulgam ofertas, produtos e muito mais.

No entanto, por que investir em uma ferramenta como essa? Pesquisas apontam que 72% dos clientes preferem fazer compras em lojas com digital signage. Afinal de contas, a comunicação por telas é dinâmica e visualmente atrativa.

Sendo assim, o digital signage também pode estimular o cliente a fazer uma compra, por exemplo. Além disso, existem várias opções para o seu PVD ser mais moderno e digital. São elas: a vitrine digital, o videowall, o menu board, etc.

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