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Como funciona a TV corporativa? Entenda a gestão e atualização das telas

Entenda como funciona a TV corporativa e como centralizar a gestão, programação e atualização das telas, mesmo em diferentes unidades

Quando uma empresa possui TVs corporativas em diferentes lojas, fábricas, escritórios ou filiais, manter todos esses conteúdos atualizados pode ser um desafio. Afinal, como funciona a TV corporativa quando as telas estão espalhadas por diferentes locais?

Fazer alterações manualmente, enviar arquivos para cada unidade ou depender de alguém presencialmente para trocar os conteúdos pode tornar esse processo mais demorado e difícil de acompanhar.

Com uma plataforma de TV corporativa, essa gestão pode ser centralizada. A equipe responsável consegue criar, programar e atualizar os conteúdos de diferentes telas por meio de um único sistema, mesmo quando elas estão em cidades diferentes.

Além de facilitar a publicação dos conteúdos, a gestão remota permite acompanhar o funcionamento das telas e definir programações diferentes para cada unidade.

É assim que funciona o ImidiaTV, o software de TV corporativa da Pix Mídia, que centraliza a gestão de conteúdos, programações e telas em um único ambiente.

Como funciona a TV corporativa

Para entender como funciona a TV corporativa, é importante saber que ela envolve mais do que uma televisão exibindo conteúdos aleatórios.

Em uma solução de TV corporativa, as telas são conectadas a um player, responsável por receber e reproduzir os conteúdos definidos pela empresa. Esse player fica conectado à TV e à internet, permitindo que as atualizações sejam feitas por uma plataforma de gestão.

No ImidiaTV, por exemplo, o player é conectado à TV por HDMI. A equipe acessa o painel de gestão pela internet, organiza as telas, cria ou envia os conteúdos e define o que será exibido em cada local.

Assim, mesmo que as TVs estejam em diferentes cidades, a equipe pode fazer a gestão de forma centralizada e atualizar os conteúdos à distância.

O primeiro passo é acessar o painel de gestão da TV corporativa. É por meio dele que a equipe organiza as telas, identifica cada unidade e define quais conteúdos serão exibidos em cada local.

Uma empresa pode, por exemplo, ter TVs na sede em Porto Alegre e em filiais de Curitiba, Florianópolis e São Paulo. Todas elas podem ser acompanhadas pelo mesmo sistema.

Essa organização também facilita a gestão remota, principalmente quando a empresa possui muitas unidades ou diferentes setores que precisam receber conteúdos específicos.

Com as telas organizadas, a equipe pode criar ou enviar os conteúdos que serão exibidos. Podem ser utilizadas imagens, vídeos, animações e outros materiais de comunicação interna.

O ImidiaTV também conta com um editor de conteúdos e uma biblioteca com mais de 400 conteúdos prontos para diferentes necessidades.

Depois que o conteúdo está disponível na plataforma, ele pode ser direcionado para uma ou várias telas sem que seja necessário acessar fisicamente cada TV.

Sim. Uma mesma comunicação pode ser direcionada para várias telas ao mesmo tempo.

Imagine, por exemplo, que a empresa precise divulgar uma campanha de saúde, uma mudança nos benefícios ou um comunicado institucional.

Em vez de fazer a atualização unidade por unidade, a equipe pode selecionar as telas desejadas e publicar o conteúdo de forma centralizada.

Isso ajuda a manter uma comunicação alinhada entre diferentes unidades e reduz o trabalho operacional da equipe.

Também é possível. A empresa pode manter conteúdos institucionais em comum e, ao mesmo tempo, criar comunicações específicas para cada unidade.

Uma filial pode receber informações sobre uma campanha regional, enquanto outra exibe um comunicado relacionado à sua operação.

Essa flexibilidade permite combinar uma comunicação centralizada com conteúdos adaptados à realidade de cada equipe.

Comunicado de RH é exibido através de um software de TV corporativa

Além de publicar os conteúdos, a plataforma permite definir quando cada comunicação deve aparecer.

A equipe pode criar uma programação com diferentes conteúdos e horários, formando uma grade de exibição.

Uma campanha pode ser programada para começar em uma determinada data e deixar de ser exibida automaticamente ao final do período.

Também é possível organizar conteúdos diferentes para horários, dias ou unidades específicas.

Dessa forma, a comunicação pode ser planejada com antecedência, sem depender de alterações manuais todos os dias.

Nem toda comunicação pode ser planejada com antecedência.

Pode surgir um cancelamento, uma alteração de horário, uma mudança de acesso ou até mesmo uma mensagem urgente da liderança.

Nesses casos, a gestão remota permite fazer a atualização rapidamente. A equipe pode alterar a programação ou inserir um conteúdo específico nas telas necessárias, sem precisar visitar cada unidade.

Depois do período de exibição, a programação anterior pode voltar a funcionar normalmente.

Uma das principais vantagens da gestão remota é justamente a possibilidade de atualizar a TV corporativa sem estar no local.

Quando a equipe precisa trocar um comunicado, incluir uma nova campanha ou corrigir uma informação, basta fazer a alteração no sistema e definir em quais telas o conteúdo deve aparecer.

A atualização é enviada para o player conectado à TV, que passa a exibir o novo conteúdo.

Assim, não é necessário enviar arquivos para cada unidade, utilizar pendrives ou deslocar alguém para fazer a troca manualmente.

A gestão remota também permite acompanhar o status das telas.

Em vez de depender de alguém na unidade para informar se uma TV está funcionando, a equipe pode verificar essas informações pelo sistema.

É possível identificar telas online ou offline e acompanhar informações relacionadas ao funcionamento dos players e à atualização dos conteúdos.

Isso facilita a identificação de problemas e permite que a equipe saiba quando uma tela precisa de atenção.

Em alguns casos, sim. Dependendo do problema, é possível realizar ações remotamente, como reiniciar o player ou verificar informações sobre a conexão e o funcionamento da tela.

Quando existe um problema físico, como uma TV desligada da tomada, um cabo desconectado ou uma falha no equipamento, pode ser necessária uma intervenção presencial.

A gestão remota não elimina a infraestrutura física. Ela reduz, principalmente, a necessidade de deslocamento para tarefas relacionadas à programação, atualização e acompanhamento das telas.

Para implementar uma solução de TV corporativa, a empresa precisa de uma TV ou monitor, um player, energia elétrica e conexão de rede ou internet.

Além da estrutura física, também é importante organizar a gestão: definir quais são as unidades, quais telas existem em cada local, quem será responsável pelos conteúdos e quais públicos devem receber cada comunicação.

Com essas informações organizadas, a plataforma pode ser configurada de acordo com a estrutura da empresa.

A comunicação interna costuma ser responsável pela parte editorial da TV corporativa.

É a equipe que planeja os conteúdos, define campanhas, cria comunicados, organiza a programação e decide quais informações devem chegar a cada público.

Com uma plataforma de gestão, esse trabalho pode ser centralizado, permitindo que a equipe acompanhe diferentes telas e unidades sem precisar executar as atualizações presencialmente.

A área de TI normalmente atua na infraestrutura necessária para o funcionamento das TVs. Isso pode envolver conectividade, rede, segurança, instalação dos equipamentos e integrações com outros sistemas.

A divisão entre comunicação e TI pode variar de acordo com a estrutura de cada empresa. O importante é definir responsabilidades para que tanto a infraestrutura quanto os conteúdos sejam gerenciados adequadamente.

Além da plataforma, o suporte da Pix Mídia pode ajudar a empresa durante a implementação e no uso da solução.

Em projetos com várias unidades, esse acompanhamento também pode contribuir para organizar a estrutura das telas, orientar a equipe e apoiar questões relacionadas à gestão da TV corporativa.

Não. Mesmo com uma plataforma de gestão remota, as TVs continuam instaladas fisicamente nas unidades. Algumas situações ainda exigem a presença de alguém no local.

A diferença é que tarefas como criar conteúdos para TV corporativa, alterar a grade de programação, atualizar informações e acompanhar o status das telas podem ser realizadas à distância.

Assim, a equipe reduz deslocamentos e concentra o trabalho operacional em um único ambiente.

A necessidade de gestão remota tende a ficar mais evidente conforme aumenta o número de telas e unidades.

Uma empresa com poucas TVs pode conseguir fazer algumas atualizações manualmente.

Já quando existem dezenas de telas espalhadas por diferentes locais, esse processo pode consumir bastante tempo e dificultar o controle dos conteúdos.

Nesse cenário, centralizar a gestão ajuda a organizar a comunicação e reduzir tarefas operacionais.

Imagine uma empresa com dez filiais e uma TV em cada unidade.

Na segunda-feira, a equipe de comunicação interna programa os conteúdos da semana.

Um comunicado institucional deve aparecer em todas as telas, enquanto algumas unidades recebem também informações específicas sobre suas operações.

Na terça-feira, uma nova campanha precisa ser divulgada. A equipe cria o conteúdo, seleciona as telas e programa a exibição.

Na quarta-feira, uma informação precisa ser corrigida. Em vez de enviar uma nova versão para cada filial, a equipe faz a alteração pelo sistema e atualiza as telas remotamente.

Ao longo da semana, também é possível acompanhar o funcionamento dos equipamentos e identificar eventuais telas que estejam offline.

Esse é um exemplo de como funciona a TV corporativa na prática: a gestão deixa de depender de ações individuais em cada unidade e passa a acontecer de forma centralizada.

A gestão centralizada não impede que cada unidade tenha seus próprios conteúdos.

A empresa pode manter uma base de comunicação institucional comum e, ao mesmo tempo, adaptar parte da programação para cada público.

Assim, a gestão remota ajuda a organizar a operação sem transformar todas as telas em cópias umas das outras.

A empresa mantém o controle central das demandas de comunicação interna, mas continua tendo liberdade para adaptar os conteúdos de acordo com cada unidade.

A empresa utiliza uma plataforma de gestão para centralizar a criação, programação e atualização dos conteúdos. As telas recebem as informações por meio de players conectados ao sistema.

Não. Com uma plataforma de gestão remota, a equipe pode atualizar os conteúdos à distância, sem precisar acessar fisicamente cada tela.

Dependendo da solução e da configuração do player, conteúdos já recebidos podem continuar sendo exibidos mesmo quando a tela perde temporariamente a conexão. Quando a conexão é restabelecida, novas atualizações podem ser recebidas.

Sim. É possível direcionar conteúdos e programações diferentes para telas ou grupos de telas específicos.

Não necessariamente. A equipe de Comunicação pode ficar responsável pela criação e gestão dos conteúdos, enquanto a TI cuida da infraestrutura, conectividade e segurança, de acordo com a organização de cada empresa.

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