Linkedin ADS
Início › Comunicação Interna › Mural impresso ou mural digital: qual usar na comunicação interna?

Mural impresso ou mural digital: qual usar na comunicação interna?

Entenda como atualização, distribuição e manutenção dos conteúdos mudam entre o mural impresso e o digital e descubra se chegou a hora de transformar esse canal na sua empresa

Imprimir o comunicado, caminhar até o mural, tirar o aviso antigo, prender o novo e repetir o processo em cada unidade.

Se essa sequência já faz parte da rotina da sua equipe, talvez tenha chegado a hora de perguntar: o mural impresso ainda acompanha a velocidade da comunicação da empresa?

Durante muito tempo, o quadro de avisos foi um dos caminhos mais simples para levar informações até quem não trabalha diante de um computador.

Ainda assim, ele pode cumprir essa função. Um comunicado impresso não precisa de login, senha, aplicativo ou treinamento. Está ali, preso em um ponto de circulação, disponível para quem passar.

O problema, porém, aparece quando a operação cresce, os conteúdos precisam ser atualizados com mais frequência ou a empresa começa a administrar murais espalhados entre setores, prédios, lojas e unidades diferentes.

Nesse cenário, o que parecia simples pode virar uma sequência de tarefas manuais. É preciso criar, imprimir, distribuir, substituir, conferir se alguém retirou o material anterior e, pouco depois, recomeçar todo o processo.

Por isso, a comparação entre mural impresso e mural digital não deve acontecer apenas pelo critério de qual formato parece mais moderno.

A pergunta mais útil é outra: quanto trabalho sua empresa precisa fazer para manter a informação certa, atualizada e visível nos lugares certos?

Sim. Digitalizar a comunicação interna só porque existe uma nova tecnologia dificilmente é uma boa estratégia.

Em operações pequenas, com poucos pontos de comunicação e atualizações esporádicas, o mural físico ainda pode cumprir seu papel sem criar grandes dificuldades.

Imagine um escritório com uma única unidade, poucas dezenas de funcionários e um quadro usado principalmente para divulgar o cardápio do mês, um evento ou uma informação que permanece válida por várias semanas.

Nesse caso, o esforço para imprimir e substituir um material pode ser pequeno.

Também existem conteúdos que, pela própria natureza, precisam permanecer fisicamente expostos ou seguir regras específicas da empresa.

Por isso, a mudança não precisa acontecer como uma espécie de aposentadoria compulsória do uso de papel.

O sinal de alerta aparece quando manter o mural impresso atualizado começa a consumir mais tempo do que deveria ou quando o formato passa a limitar o alcance e a velocidade da comunicação.

É aí que o mural digital começa a ganhar espaço.

Em vez de depender da substituição manual de cada folha, a plataforma exibe as informações em telas conectadas ao sistema de gerenciamento, permitindo que a equipe atualize a programação a distância.

Na prática, o lugar ocupado pelo mural continua existindo. O que muda é tudo o que acontece nos bastidores.

Profissional de RH atualiza mural impresso na empresa

Pense em uma situação simples: o RH prepara um comunicado sobre uma campanha interna que começa na segunda-feira.

No mural físico, alguém precisa criar o material, imprimir as cópias necessárias e levá-las aos locais em que serão expostas.

Se existem dez murais, são dez substituições. Se existem vinte unidades, a conta muda um pouco de figura.

E se uma data mudar depois que tudo estiver impresso? Hora de atualizar o arquivo, imprimir novamente e começar outro passeio pelos murais.

Esse é um dos principais pontos de diferença entre o mural impresso e o mural digital. Com um software de TV corporativa, os conteúdos podem ser atualizados remotamente nas telas conectadas.

No ImidiaTV, o usuário pode atualizar a grade de programação das telas pela internet, incluindo conteúdos específicos para diferentes horários, setores ou unidades.

Em linhas gerais, uma alteração não precisa necessariamente chegar fisicamente a cada ponto da empresa.

A equipe ajusta o conteúdo na plataforma e atualiza as telas que fazem parte daquela programação. A diferença fica ainda mais perceptível em comunicados com prazo curto.

Uma informação que só vale para hoje não precisa continuar no mural até que alguém se lembre de retirá-la amanhã. A equipe pode programar a entrada e a saída do conteúdo na grade, ao definir datas e horários específicos.

Para quem administra comunicação interna, parece um detalhe. Até lembrar quantas vezes alguém já encontrou um cartaz de um evento que aconteceu duas semanas atrás.

Em uma empresa com uma única sede, caminhar até o mural pode levar alguns minutos.

Em uma rede de lojas, indústria com diferentes prédios, hospitais, centros de distribuição ou empresas espalhadas por várias cidades, ir até o mural ganha outra dimensão.

Nesses casos, a distribuição pode depender de outras pessoas.

O time de comunicação envia o arquivo para um responsável da unidade. O responsável precisa imprimir e colocar no mural. Em algum momento, alguém precisa confirmar se isso realmente aconteceu.

Quando o próximo conteúdo chegar, todo o processo começa novamente. O problema não significa necessariamente que as pessoas estão fazendo algo errado. É o próprio fluxo que depende de muitas etapas.

Com um mural digital gerenciado remotamente, a equipe responsável pela comunicação pode controlar diferentes telas a partir de um mesmo ambiente.

A empresa continua tendo vários pontos de contato físicos, mas não precisa tratar cada um deles como uma operação isolada, o que facilita a rotina de organizações com diferentes unidades.

Um comunicado institucional pode aparecer em todas as telas, enquanto uma informação sobre manutenção pode ser exibida apenas em determinado prédio.

Já uma campanha regional pode ser direcionada apenas às unidades daquela região. E uma mensagem voltada ao chão de fábrica não precisa necessariamente aparecer na recepção.

Digitalizar o mural, portanto, não serve apenas para distribuir o mesmo conteúdo mais rápido. Também pode ajudar a distribuir conteúdos diferentes com mais controle.

Funcionário da operação vê comunicado de feliz aniversário em TV corporativa instalada no chão de fábrica

Um mural físico costuma ter um público definido pelo lugar em que está instalado.

O mural do refeitório fala com quem passa pelo refeitório. O da recepção encontra quem passa pela recepção. O do setor produtivo encontra quem trabalha por ali.

Essa lógica continua válida no digital, mas com uma diferença importante: a programação pode acompanhar essa segmentação.

Imagine uma indústria, por exemplo. Nas telas do setor de produção, a empresa pode exibir indicadores operacionais, conteúdos de segurança, metas e avisos relacionados àquele ambiente.

No escritório, a programação pode combinar comunicados corporativos, eventos, resultados e campanhas internas.

Já na recepção, determinados conteúdos podem ser adaptados para um espaço que também recebe visitantes.

Dessa forma, você evita um problema comum: tentar transformar todo mural em uma colagem de tudo o que está acontecendo na empresa.

Quando todo assunto recebe o mesmo destaque, nenhum parece realmente importante.

No ImidiaTV, a programação pode ser configurada por tela ou grupos de telas, incluindo regras relacionadas a horários, unidades e setores.

Assim, a digitalização permite manter o mural como um canal coletivo sem obrigar todos os públicos a consumir exatamente as mesmas informações.

O comunicado impresso tem uma característica bastante objetiva: depois que sai da impressora, ele para no tempo.

Se o número mudou, é preciso imprimir de novo. Se o evento foi cancelado, alguém precisa retirar o cartaz. Se a meta mudou, o indicador precisa ser atualizado manualmente.

Isso pode não ser um problema para conteúdos institucionais que permanecem válidos durante meses.

No entanto, isso passa a pesar quando a empresa quer usar o canal para informações dinâmicas, como metas, indicadores, previsão do tempo, notícias, aniversariantes, tempo de casa e contagens regressivas, entre outros tipos de conteúdos.

Em um mural digital, por exemplo, a equipe pode atualizar parte dessas informações automaticamente ou integrá-las a outras fontes.

O ImidiaTV, por exemplo, permite trabalhar com conteúdos dinâmicos e integrações com ferramentas corporativas, além da programação tradicional de imagens e vídeos. A própria Pix utiliza esse recurso como um dos caminhos para evitar telas paradas ou dependentes exclusivamente de atualização manual.

Isso não significa abandonar o planejamento editorial. Isso porque a automação não salva uma comunicação sem estratégia.

Mas ela pode retirar da equipe algumas tarefas repetitivas e liberar espaço para algo um pouco mais interessante do que trocar “aniversariantes de agosto” por “aniversariantes de setembro” em quinze lugares diferentes.

Uma folha isolada custa pouco. Essa é justamente uma das razões pelas quais o mural de papel continua parecendo uma alternativa simples, mas para avaliar o canal corretamente, vale olhar além da folha.

Existe o tempo de criação, impressão, distribuição e substituição. Existem os materiais descartados quando uma informação muda. Existe o deslocamento de quem precisa atualizar diferentes pontos.

Também existe o retrabalho quando uma informação impressa contém algum erro e, principalmente, o tempo da equipe que poderia estar sendo dedicado ao planejamento da comunicação.

Por consequência, quanto maior o número de murais e a frequência de atualização, maior esse esforço tende a aparecer.

Digitalizar não significa eliminar todos os custos. Um mural digital exige telas, infraestrutura adequada, conexão e uma plataforma capaz de gerenciar esses pontos.

Por isso, a decisão precisa considerar a realidade de cada empresa. O que muda é a natureza do trabalho.

Em vez de concentrar esforço recorrente na impressão e na manutenção física, a equipe passa a gerenciar o conteúdo de maneira centralizada.

Diferentes tipos de comunicados internos são exibidos em mockups de TV corporativa/mural digital

O papel funciona muito bem com texto e imagem. O problema é que para por aí.

Um mural digital amplia as possibilidades para vídeos, animações, indicadores, dashboards, conteúdos automáticos e diferentes peças dentro de uma mesma programação.

Uma campanha de segurança pode combinar um aviso visual com um vídeo curto. Resultados podem entrar em um dashboard. Uma ação de reconhecimento pode trazer fotos dos colaboradores.

Aniversariantes do mês podem aparecer automaticamente. Uma campanha de endomarketing pode mudar de peça ao longo da semana sem exigir uma nova rodada de impressão.

A variedade também evita que o mural vire parte da decoração. Sabe aquele quadro pelo qual todo mundo passa todos os dias, mas ninguém mais consegue dizer o que está pendurado nele?

Pois é, a troca de papel por tela não resolve isso sozinha. Porém, o movimento, a diversidade de formatos e a possibilidade de renovar a programação ajudam a criar novos estímulos.

Para aproveitar esse potencial sem transformar a tela em um carnaval corporativo de informações piscando, vale planejar como criar conteúdo para TV corporativa, definindo formatos, frequência e objetivos para cada mensagem.

Modelos de comunicados internos para a TV corporativa

Não exatamente. Na prática, colocar uma televisão na parede e repetir durante três meses a mesma apresentação em PowerPoint é uma maneira bastante cara de continuar tendo um mural estático.

Um projeto de mural digital precisa considerar conteúdo, gestão e localização. O primeiro ponto é entender onde as telas devem ficar.

O canal funciona melhor quando está integrado à circulação natural dos colaboradores, em espaços como refeitórios, corredores, recepções, áreas operacionais e outros ambientes de permanência ou passagem.

Também é preciso avaliar a relação entre tamanho da tela, distância de visualização e quantidade de informações exibidas.

Uma mensagem pode estar tecnicamente no lugar certo e, ainda assim, ninguém conseguir ler. A Pix Mídia aborda esses critérios em seu conteúdo sobre tamanho de tela para comunicação interna.

Em seguida, vem a programação.

A TV corporativa pode trabalhar com comunicados, campanhas internas, reconhecimento, gestão à vista, vídeos, indicadores, conteúdos de cultura, informações de segurança e outros materiais.

A tecnologia amplia o que pode ser exibido, mas quem decide se aquilo merece aparecer continua sendo a equipe.

Em vez de começar pelo preço de uma tela ou pela lista de funcionalidades de uma plataforma, observe como o mural funciona hoje.

  • Quantos pontos físicos precisam ser atualizados?
  • Com que frequência os conteúdos mudam?
  • Quanto tempo leva para publicar um comunicado em todos os pontos?
  • Diferentes unidades, turnos ou setores precisam de conteúdos específicos?
  • É comum encontrar comunicados desatualizados?
  • Pequenas alterações exigem uma nova impressão?
  • Quais informações poderiam ser atualizadas automaticamente?
  • A empresa precisa usar vídeos, indicadores ou outros formatos, além do papel?

Se várias respostas começarem a apontar para limitações do processo atual, vale considerar a digitalização.

Além disso, esse diagnóstico também evita comprar tecnologia antes de compreender o problema.

Talvez uma empresa precise digitalizar apenas os murais de maior circulação.

Talvez faça sentido manter alguns materiais físicos e usar telas para conteúdos dinâmicos.

Ou talvez a operação já tenha uma escala em que centralizar tudo em uma plataforma economize uma quantidade considerável de trabalho.

De qualquer forma, a mudança não precisa acontecer de uma vez.

Um bom caminho é começar mapeando os murais atuais. Veja onde estão, quem passa por eles, quais conteúdos recebem e com que frequência são atualizados.

Depois, identifique os pontos em que uma tela realmente faria sentido. Não é preciso colocar uma TV exatamente onde existe um quadro hoje.

Um local que funcionava para a leitura de um cartaz pode não ser o melhor ponto para um conteúdo em movimento.

Também vale revisar os conteúdos. Digitalizar a comunicação interna não significa simplesmente transformar uma folha A4 em uma imagem JPEG e colocar na tela.

Um material criado para ser lido parado pode conter texto demais para alguém que vê a tela enquanto atravessa um corredor.

Por isso, aproveite a transição para rever linguagem, tamanho das mensagens e formatos.

A Pix Mídia também recomenda que a passagem para canais digitais seja planejada de acordo com a rotina e as condições de acesso dos colaboradores, em vez de substituir os canais físicos de forma abrupta.

Esse processo ajuda a fazer a tecnologia se adaptar às pessoas — e não exigir que as pessoas reorganizem toda a rotina por causa dela.

Sim. E não existe nenhum troféu esperando a empresa que conseguir zerar o número de folhas na parede primeiro.

Alguns conteúdos podem continuar no papel enquanto outros migram para as telas. Um documento que precisa permanecer disponível fisicamente pode manter seu espaço.

Já campanhas internas, avisos com prazo, indicadores, vídeos, reconhecimento e informações que mudam com frequência podem aproveitar melhor a dinâmica digital.

A decisão deve acompanhar a função de cada conteúdo. Essa combinação também permite testar o novo canal antes de ampliar o projeto.

A empresa pode começar por uma unidade ou por pontos de maior circulação, observar a resposta das equipes e ajustar a programação.

Depois, expande. Afinal, a digitalização funciona melhor como estratégia do que como decoração tecnológica.

O momento de mudar costuma aparecer quando:

  • atualizar um aviso significa imprimir várias cópias;
  • distribuir conteúdo depende de várias pessoas;
  • diferentes unidades precisam receber materiais diferentes;
  • comunicados vencidos continuam exposto;
  • a empresa quer trabalhar com informações atualizadas em tempo real.

Ou quando o time de comunicação interna percebe que gasta energia demais mantendo o canal vivo e energia de menos pensando no que realmente deveria comunicar.

Nessas situações, o mural digital transforma a forma de administrar um canal que as empresas já conhecem.

O princípio continua simples: colocar a informação onde as pessoas possam vê-la. A diferença é que a atualização passa a acontecer a partir de um único ambiente.

Com o ImidiaTV, o software de TV corporativa e digital signage da Pix Mídia, é possível criar programações, atualizar conteúdos remotamente, organizar telas por setores ou unidades, programar horários e integrar diferentes fontes de informação.

A plataforma também permite acompanhar o status das telas e administrar uma estrutura distribuída sem precisar visitar fisicamente cada ponto para trocar o conteúdo.

Se atualizar os murais da sua empresa já está exigindo uma pequena expedição toda vez que um comunicado muda, talvez valha conhecer uma alternativa mais simples.

Software de TV Corporativa - Mural Digital - ImidiaTV

O mural impresso utiliza materiais físicos que precisam ser colocados e substituídos nos pontos de comunicação. Já o mural digital exibe conteúdos em telas conectadas a um sistema de gerenciamento.

Dessa forma, a equipe pode atualizar a programação remotamente, utilizar formatos como vídeos e animações e, dependendo da plataforma, programar ou automatizar conteúdos.

Depende da estrutura e da rotina da empresa. A mudança tende a fazer mais sentido quando existem muitos murais ou unidades, os conteúdos são atualizados com frequência, diferentes públicos precisam receber mensagens específicas ou o processo de impressão e substituição exige muito trabalho manual. Em estruturas menores e com poucas atualizações, o mural físico ainda pode atender determinadas necessidades.

Não necessariamente. Os canais podem coexistir. Alguns documentos ou informações podem continuar expostos fisicamente, enquanto comunicados, campanhas, indicadores e outros conteúdos dinâmicos passam para as telas. O ideal é definir o canal conforme a função e a necessidade de atualização de cada conteúdo.

Um mural digital pode exibir comunicados internos, vídeos, campanhas de endomarketing, indicadores, metas, informações de segurança, conteúdos de cultura organizacional, aniversariantes, reconhecimentos, notícias, previsão do tempo e outros materiais. Plataformas de TV corporativa também podem oferecer integrações e conteúdos automatizados.

A estrutura normalmente envolve telas instaladas em pontos estratégicos, conexão para atualização dos conteúdos e uma plataforma de gestão. Antes da implementação, também é importante avaliar localização, tamanho das telas, distância de visualização, públicos internos e a estratégia de conteúdo. Com o ImidiaTV, a gestão das telas e da programação é feita remotamente por meio da plataforma da Pix Mídia.

Conheça a Pix Mídia. Peça uma demonstração gratuita.

Conheça as nossas soluções. Solicite uma demo gratuita.

Falta pouco para você solicitar uma demonstração grátis das nossas soluções. Preencha abaixo:

ImidiaTV

Conheça nosso software de TV Corporativa. Uma solução pensada para melhorar a comunicação.

ImidiaApp

Já pensou em ter uma rede social corporativa personalizada para a sua empresa?

ImidiaWeb

Transforme a maneira de se conectar com os colaboradores, maior engajamento e feedback contínuo, direto no navegador.

Temos outros conteúdos para você!